Ao capturar Nicolás Maduro e não entregar o comando da Venezuela à oposição, como se esperava, Donald Trump, de quebra, se vingou da líder oposicionista Maria Corina Machado, que roubou dele o prêmio Nobel da Paz de 2025.
No final do ano passado, a nova presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, participou de um evento no Catar na condição de ministra do Petróleo. Dizem as más línguas que ela aproveitou para fazer um conchavo: mandou o chefe “se Catar”. Mas ele “caiu de Maduro”.
Resta saber se, nas tratativas com Marco Rubio, Delcy negociou o futuro do Maduro: fica preso nos EUA ou será exilado pra Rússia ou Irã? Afinal, pelo visto, a acusação de tráfico de cocaína foi mero pretexto, assim como a questão da democracia não tem a menor importância para Trump, amigo de ditaduras mundo afora, como na Arábia Saudita e no Egito, entre outras.
Após o ataque à Venezuela, certamente Trump intervirá na eleição de maio na Colômbia e na de outubro no Brasil, como já fez no Equador e em Honduras, com eleições fraudulentas. Isto pode beneficiar candidaturas dos governadores presidenciáveis Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Ratinho Jr. (PSD-PR), Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (União-GO. Tudo para se opor a Lula.
Fonte: bsbcapital.com.br